O perigo da compra como terapia

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As liquidações de janeiro podem induzir compras impulsivas, criando uma "terapia" financeira que pode ser cara e insatisfatória

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Segundo o Serasa, mais da metade dos brasileiros acumula dívidas por questões emocionais. Isso porque, comprar libera dopamina, trazendo prazer momentâneo.

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No entanto, a satisfação é efêmera e pode resultar em culpa e estresse financeiro. Vem ver como fugir das estatísticas, transformando esse impulso em algo realmente recompensador.

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Para romper com o ciclo de compras impulsivas, pratique o consumo consciente e canalize seus impulsos para objetivos a longo prazo.

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Antes de comprar, questione sua motivação. Busque alternativas não financeiras para lidar com emoções e evite decisões por impulso.

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Espere 24 horas antes de compras não essenciais. Muitas vezes, a urgência desaparece e o desejo se dilui.

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Crie um orçamento que priorize a quitação de dívidas e a formação de uma reserva de emergência, reduzindo a ansiedade financeira.

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Foque em um objetivo. Comprar um imóvel, por exemplo, exige planejamento e traz segurança e estabilidade, sendo um investimento que gera satisfação duradoura.

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A verdadeira terapia está em planejar e construir um futuro seguro, em vez de buscar alívio momentâneo por meio de compras impulsivas.  Veja aqui mais atitudes que você pode tomar para evitar o gatilho das compras como terapia.